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auditoria aberta

De onde vem cada número

São 71 constantes publicadas. Cada uma traz a fonte, o endereço onde ela pode ser conferida, a data em que foi consultada, com que frequência costuma mudar e — o campo que só existe neste site — que tipo de afirmação ela é. Se um número não aparece aqui, ele não existe no motor de cálculo: ou saiu da geometria, ou é um campo que você preenche.

Por que este site tem um campo a mais que os outros

Os irmãos deste site — piscina, obra, carro, trabalhista — trabalham em domínios com autoridade escrita: decreto sanitário, norma da ABNT, portaria, CLT. Aquarismo não é assim. Aqui, metade do que circula como "regra" nunca foi medida: nasceu num fórum, foi repetida numa loja, virou verdade num vídeo. Um botijão de gás tem ficha técnica; "1 watt por litro" não tem.

Por isso toda constante deste site declara a sua natureza, e a natureza aparece na tela, ao lado do valor:

Convenção de hobby é permitida neste site — o aquarista usa, e fingir que ela não existe não ajuda ninguém. O que ela não pode é aparecer com a mesma cara de um número que saiu de um laboratório. Toda página que usa uma convenção exibe, ao lado do valor, o aviso:

regra prática da comunidade de aquarismo, não é medição

Isso não é uma promessa editorial: é um teste. O F6 lê o HTML gerado e reprova o build se uma calculadora usar uma constante de convenção sem o aviso na página.

As outras regras

A convenção de unidades

1 ppm = 1 mg/L = 1 g/m³ (água doce, densidade ~1 kg/L) — Definição de ppm em massa/volume; decorre de 1 L de água ≈ 1 kg e de 1 m³ = 1000 L. É o que permite calcular toda dosagem em gramas por metro cúbico, ou em miligramas por litro, sem fator de correção no meio.

Ressalva: Em água marinha a densidade é ~1,023 kg/L, e a diferença entre ppm em massa e mg/L passa de 2%. Onde isso importa (salinidade, two-part), o site usa mg/L explicitamente.

Unidades e volume — do centímetro ao litro

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Centímetros cúbicos por litro
1 L = 1 dm³ = 1000 cm³. É a conversão que transforma as medidas de fita métrica do aquarista em litragem, e é definição de unidade, não medição.
1.000 cm³/L Física exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement
https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Litros por metro cúbico
1 L = 1 dm³, logo 1 m³ = 1000 L. Usada no lago ornamental, onde a medida chega em metros.
1.000 L/m³ Física exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement
https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Mililitros por litro
Toda dosagem de medicamento e fertilizante deste site sai em mL; o volume entra em L.
1.000 mL/L Física exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement
https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Litros por galão americano
Exato por definição: 1 gal = 231 in³ e 1 in = 2,54 cm. Metade da literatura de aquarismo é americana e fala em galões — a conversão precisa estar publicada. O galão imperial britânico é outro número e NÃO está aqui porque não consta desta fonte.
3,785411784 L/gal (US) Física exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement
https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Gramas por quilograma 1.000 g/kg Física exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement
https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Miligramas por grama
Dosagem sai em gramas; concentração é lida em mg/L. Este é o fator entre os dois.
1.000 mg/g Física exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement
https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.

Massas atômicas (base de toda a estequiometria)

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Massa atômica do hidrogênio 1,008 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do carbono 12,011 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do nitrogênio 14,007 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do oxigênio 15,999 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do sódio 22,99 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do magnésio 24,305 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do fósforo 30,974 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do enxofre 32,06 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do cloro 35,45 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do potássio 39,098 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Massa atômica do cálcio 40,078 g/mol Física exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024)
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.

Física da água — convenção e medição, lado a lado

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Calor específico da água — valor convencional
Igual à definição da caloria IT. É o valor que a engenharia usa por convenção; o medido a 25 °C está logo abaixo e é 0,12% menor.
4,1868 kJ/(kg·K) Física exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units
https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Calor específico da água a 25 °C
Coluna Cp da tabela do NIST WebBook a 25,000 °C e 0,101325 MPa: 4,1816 J/(g·K). A 20 °C é 4,1843 e a 30 °C é 4,1801 — a variação na faixa de um aquário tropical é de 0,1%.
4,1816 kJ/(kg·K) Física exterior NIST Chemistry WebBook — propriedades termofísicas da água (formulação IAPWS-95), isóbara de 0,101325 MPa
https://webbook.nist.gov/cgi/fluid.cgi?TLow=20&THigh=30&TInc=5&Digits=5&ID=C7732185&Action=Load&Type=IsoBar&P=0.101325&RefState=DEF&TUnit=C&PUnit=bar&DUnit=kg%2Fm3&HUnit=kJ%2Fkg&WUnit=m%2Fs&VisUnit=Pa*s&STUnit=N%2Fm
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Densidade da água — valor convencional
1 L de água ≈ 1 kg. É o que faz 1 mg/L valer 1 ppm, e é a convenção usada em toda dosagem do site.
1.000 kg/m³ Física exterior Convenção herdada da definição original do quilograma (massa de 1 dm³ de água); a relação litro = decímetro cúbico está no NIST Handbook 44, Appendix C
https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Densidade da água doce a 25 °C
Tabela do NIST WebBook a 25,000 °C e 0,101325 MPa. A 20 °C é 998,17 e a 30 °C é 995,61. Usar 1000 superestima a massa (e a energia de aquecimento) em 0,3%.
997,01 kg/m³ Física exterior NIST Chemistry WebBook — propriedades termofísicas da água (formulação IAPWS-95), isóbara de 0,101325 MPa
https://webbook.nist.gov/cgi/fluid.cgi?TLow=20&THigh=30&TInc=5&Digits=5&ID=C7732185&Action=Load&Type=IsoBar&P=0.101325&RefState=DEF&TUnit=C&PUnit=bar&DUnit=kg%2Fm3&HUnit=kJ%2Fkg&WUnit=m%2Fs&VisUnit=Pa*s&STUnit=N%2Fm
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Quilowatt-hora em megajoules
"kilowatt hour = 3,6 E+06 J", marcado como exato no NIST SP 811.
3,6 MJ/kWh Física exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units
https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Caloria (tabela internacional) em joules
Exato por definição. É a caloria da engenharia térmica.
4,1868 J/cal Física exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units
https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.

Dureza: °dKH, °dGH e mg/L de CaCO3

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Miligramas de CaO por grau alemão de dureza
«10,00 mg/l CaO = 7,15 mg/l Ca2+ = 0,3566 mval/l». É a definição da unidade — tudo o mais sobre dureza sai daqui por aritmética.
10 mg/L CaO por °d Física exterior MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] — Definition der Härte von Wasser, reproduzindo a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986)
https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Fator de conversão °dKH → mg/L de CaCO3
DERIVADO, não copiado: 10 mg/L CaO (definição do grau alemão, MEBAK/DIN 38409-6) convertido pela razão das massas molares CaCO3/CaO das massas atômicas da CIAAW. Dá 17,848 — o mesmo número que circula nos fóruns, agora com a conta à vista. Em aquarismo o KH é medido como alcalinidade e expresso no mesmo grau da dureza total; por isso o fator é o mesmo.
17,847959056 mg/L CaCO3 por °dKH Física exterior MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] — Definition der Härte von Wasser, reproduzindo a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986)
https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Fator de conversão °dGH → mg/L de CaCO3
Mesmo grau, mesma conta. A diferença entre GH e KH não está na unidade: GH mede cálcio + magnésio (DIN 38409-6: «wird als Härte eines Wassers sein Gehalt an Calcium- und Magnesium-Ionen verstanden»), KH mede a capacidade de tamponamento. Duas grandezas diferentes na mesma régua.
17,847959056 mg/L CaCO3 por °dGH Física exterior MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] — Definition der Härte von Wasser, reproduzindo a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986)
https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Miliequivalentes por grau alemão de dureza
Publicado literalmente na MEBAK: «0,3566 mval/l». É a unidade em que o aquarista marinho lê alcalinidade (dKH ↔ meq/L), e o valor vem da fonte, não de conta nossa — serve de conferência cruzada do FATOR_DKH_CACO3.
0,3566 meq/L por °d Física exterior MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] — Definition der Härte von Wasser, reproduzindo a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986)
https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.

Amônia tóxica — equilíbrio NH3 / NH4+

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Coeficiente A do pKa da amônia (termo constante)
pKa = A + B/T(K). A EPA publica 0,09018 e o Florida DEP publica 0,0901821 — a diferença é de 2 milionésimos no pKa, invisível em qualquer teste de aquário.
0,09018 adimensional Literatura exterior Emerson, Russo, Lund & Thurston (1975), J. Fish. Res. Board Can. 32: 2379–2383 — equação lida no US EPA, Aquatic Life Ambient Water Quality Criteria for Ammonia, Freshwater (2013)
https://www.epa.gov/sites/default/files/2015-08/documents/aquatic-life-ambient-water-quality-criteria-for-ammonia-freshwater-2013.pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente B do pKa da amônia (termo em 1/T)
Confirmado em três documentos oficiais independentes (EPA 2013, Florida DEP SOP, CCME). A nota de discrepância do próprio Florida DEP grafa 2729,2; é erro de digitação — o SOP do mesmo órgão traz 2729,92.
2.729,92 K Literatura exterior Emerson, Russo, Lund & Thurston (1975), J. Fish. Res. Board Can. 32: 2379–2383 — equação lida no US EPA, Aquatic Life Ambient Water Quality Criteria for Ammonia, Freshwater (2013)
https://www.epa.gov/sites/default/files/2015-08/documents/aquatic-life-ambient-water-quality-criteria-for-ammonia-freshwater-2013.pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Offset de temperatura da equação do pKa da amônia
É o valor que a EPA e o Florida DEP usam dentro DESTA equação (T(K) = °C + 273,2). O CCME usa 273,15 na mesma equação. A diferença muda o pKa em 0,0015 e a fração de NH3 em ~0,35%. Publicamos o 273,2 porque é o que as duas fontes da equação usam, e a página da calculadora mostra os dois resultados.
273,2 K Literatura exterior Emerson, Russo, Lund & Thurston (1975), J. Fish. Res. Board Can. 32: 2379–2383 — equação lida no US EPA, Aquatic Life Ambient Water Quality Criteria for Ammonia, Freshwater (2013)
https://www.epa.gov/sites/default/files/2015-08/documents/aquatic-life-ambient-water-quality-criteria-for-ammonia-freshwater-2013.pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
pH mínimo de validade da equação da amônia
«Within the temperature range of 0oC-50oC and a pH range of 6.0 to 10.0». Fora dessa faixa a calculadora avisa em vez de devolver número.
6 pH Órgão público exterior Florida DEP — SOP de cálculo de amônia não ionizada, seção 4
https://floridadep.gov/sites/default/files/5-Unionized-Ammonia-SOP_1.pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
pH máximo de validade da equação da amônia 10 pH Órgão público exterior Florida DEP — SOP de cálculo de amônia não ionizada, seção 4
https://floridadep.gov/sites/default/files/5-Unionized-Ammonia-SOP_1.pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Temperatura máxima de validade da equação da amônia
A faixa começa em 0 °C; o piso não vira constante porque zero não é número técnico.
50 °C Órgão público exterior Florida DEP — SOP de cálculo de amônia não ionizada, seção 4
https://floridadep.gov/sites/default/files/5-Unionized-Ammonia-SOP_1.pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.

Tarifas de exemplo (troque pela sua)

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Tarifa de energia residencial — mediana nacional
Mediana de (TUSD+TE) das 102 distribuidoras com tarifa B1 residencial convencional vigente em 21/09/2026, extraída do CSV do dia. É tarifa HOMOLOGADA, SEM impostos: a conta real traz ICMS, PIS/COFINS e bandeira por cima, e sai maior. A média simples dá 0,8391 e o intervalo vai de 0,5342 (CODESAM) a 1,5692 (CERES) — três vezes de diferença entre a menor e a maior. Por isso o campo é editável e a orientação da página é copiar o valor da própria fatura.
0,7976 R$/kWh Órgão público Brasil ANEEL — Tarifas homologadas das distribuidoras (dados abertos)
https://dadosabertos.aneel.gov.br/dataset/5a583f3e-1646-4f67-bf0f-69db4203e89e/resource/fcf2906c-7c32-4b9b-a637-054e7a5234f4/download/tarifas-homologadas-distribuidoras-energia-eletrica.csv
valor de exemplo · Brasil (mediana de 102 distribuidoras) · 21/09/2026
21/09/2026 Muda todo ano
Tarifa ou preço: é campo editável na calculadora.

Convenções da comunidade de aquarismo (não são medição)

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Potência de aquecedor por litro — regra de bolso
NÃO É MEDIÇÃO. É a regra de bolso mais repetida do aquarismo, e as próprias fontes já divergem: o Sarlo diz «1W por litro, quando o local é quente, e 2W por litro quando é frio»; a H2Omania diz «entre 1 a 1,5 watts por litro». A potência de que um aquário realmente precisa depende do ΔT entre a água e o ambiente e da área de troca do vidro — não do volume sozinho. A calculadora #21 mostra a regra E a conta por perda de calor, lado a lado.
1 W/L Convenção de hobby
regra prática da comunidade de aquarismo, não é medição
Brasil Grupo Sarlo, "Consumo de Energia no Aquário" (texto de blog do fabricante, repetindo a regra da comunidade); confirmada em H2Omania, "O aquecimento"
https://gruposarlo.com.br/2025/10/20/consumo-de-energia-no-aquario/
segunda fonte: https://h2omania.com/pt/text-0-2-10-23-o-aquecimento
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Potência de aquecedor por litro em região fria — regra de bolso
NÃO É MEDIÇÃO. «2W por litro quando é frio» — sem definir o que é frio, sem temperatura de referência e sem ΔT. Está publicado aqui porque é o que a comunidade usa, e marcado porque é o que é.
2 W/L Convenção de hobby
regra prática da comunidade de aquarismo, não é medição
Brasil Grupo Sarlo, "Consumo de Energia no Aquário" (texto de blog do fabricante, repetindo a regra da comunidade)
https://gruposarlo.com.br/2025/10/20/consumo-de-energia-no-aquario/
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Potência de iluminação por litro — plantado de luz moderada
NÃO É MEDIÇÃO. Li: «considerei somente para aquário plantado com iluminação moderada (0,5 watts por litro por 8h)». A própria fonte diz na sequência que «o que interessa no plantado é a medida em lúmens» — watt é potência elétrica, não luz. A regra sobreviveu da era das lâmpadas fluorescentes, quando a eficiência era parecida entre modelos; com LED ela perdeu o sentido físico. Está aqui porque é o que se usa para estimar consumo, e só para isso.
0,5 W/L Convenção de hobby
regra prática da comunidade de aquarismo, não é medição
Brasil Grupo Sarlo, "Consumo de Energia no Aquário" (texto de blog do fabricante, repetindo a regra da comunidade)
https://gruposarlo.com.br/2025/10/20/consumo-de-energia-no-aquario/
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.

Vidro — ABNT NBR 7199:2016, a norma que cita aquário nominalmente

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Massa do vidro por m² e por mm de espessura
Seção 4.4 d). Equivale a massa específica de 2500 kg/m³. É o que permite pesar o aquário vazio sem balança.
2,5 kg/(m²·mm) Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Módulo de elasticidade do vidro
Seção 4.4 a): E = 7 × 10¹⁰ Pa. Entra no cálculo da flecha (o quanto a parede frontal barriga).
70 GPa Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Coeficiente de Poisson do vidro
Seção 4.4 c).
0,2 adimensional Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Tensão de ruptura à flexão — vidro float
Seção 4.4 b): (40 ± 5) MPa. É a RUPTURA, não o que se pode usar em projeto — para projeto vale a Tabela 2, logo abaixo, que é muito menor.
40 MPa Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Tensão de ruptura à flexão — vidro temperado
Seção 4.4 b): (180 ± 20) MPa. Têmpera multiplica a resistência por 4,5 — e é por isso que aquário grande se faz em temperado.
180 MPa Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Tensão máxima admissível — float, 4 bordas, carga acima de um ano
Tabela 2, coluna «Acima de um ano». É ESTA a coluna de um aquário: a água não sai no fim do dia. Fórmula de fórum que usa o número de rajada de vento (23,3 MPa) subdimensiona o vidro.
7,2 MPa Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Tensão máxima admissível — float, 4 bordas, carga de 3 s
Tabela 2, coluna «3 s» (rajada de vento). Publicada aqui SÓ para mostrar a divergência: é 3,2 vezes a admissível permanente, e usar uma no lugar da outra muda a espessura em quase metade.
23,3 MPa Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Tensão máxima admissível — temperado, 4 bordas, carga acima de um ano
Tabela 2, coluna «Acima de um ano».
66,1 MPa Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Tensão máxima admissível — temperado, 4 bordas, carga de 3 s 93,1 MPa Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Fator de equivalência ε₃ — vidro float
Tabela 5. É o divisor da espessura nominal na verificação de resistência.
1 adimensional Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Fator de equivalência ε₃ — vidro temperado
Tabela 5. Menor que 1 porque o temperado resiste mais: 8 mm de temperado valem 10,4 mm de float na conta da norma.
0,77 adimensional Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Divisor da fórmula de espessura — vidro apoiado em 4 lados
Seção 4.7.3.2 a), para L/l ≤ 2,5: e₁ = √(S × P / 100), com S em m², P em Pa e e₁ em mm. Conferido contra o exemplo resolvido do Anexo D.1 da própria norma: S = 0,72 m² e P = 1500 Pa dão e₁ = 3,29 mm — que é exatamente o valor impresso lá.
100 adimensional Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Divisor da fórmula de espessura — vidro apoiado em 4 lados, L/l > 2,5
Seção 4.7.3.2 b): e₁ = l × √P / 6,3, com l em metros. Vale para painéis mais alongados que 2,5:1 — o caso dos aquários rasos e compridos.
6,3 adimensional Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Coeficiente de majoração da pressão de cálculo
O Anexo D.1 da norma calcula P = Pv × 1,5 sobre a pressão característica antes de entrar na fórmula da espessura. Num aquário a pressão não é estimada como a do vento — ela é conhecida e constante —, mas o coeficiente é mantido como FATOR DE SEGURANÇA editável e visível, e não embutido.
1,5 adimensional Órgão público Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.

Ácido carbônico — o CO₂ do plantado, e as duas equações que discordam

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Coeficiente A do pK₁ do ácido carbônico (Harned & Davis)
pK₁ = A/T + B·T − C, com T em kelvin. A 25 °C dá pK₁ = 6,360.
3.405 K Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente B do pK₁ do ácido carbônico (Harned & Davis) 0,0328 1/K Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente C do pK₁ do ácido carbônico (Harned & Davis) 14,84 adimensional Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente A do pK₁ (Shedlovsky & MacInnes)
pK₁ = A/T + B·log₁₀T − C·T − D. É a equação CONCORRENTE, publicada no mesmo trecho da fonte. A 25 °C dá 6,370, contra 6,360 da de Harned & Davis — e a diferença aparece no CO2 calculado.
17.052 K Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente B do pK₁ (Shedlovsky & MacInnes) 215,21 adimensional Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente C do pK₁ (Shedlovsky & MacInnes) 0,12675 1/K Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente D do pK₁ (Shedlovsky & MacInnes) 545,56 adimensional Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente A do pK₂ do ácido carbônico (Harned, Samuel & Scholes)
pK₂ = A/T + B·T − C. A 25 °C dá 10,330. Entra na fração de carbonato, que num aquário doce é desprezível abaixo de pH 9 — e deixa de ser num lago de cal.
2.902,39 K Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente B do pK₂ do ácido carbônico 0,02379 1/K Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Coeficiente C do pK₂ do ácido carbônico 6,498 adimensional Literatura exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão)
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.

Aquaponia — SRAC 454 / sistema da University of the Virgin Islands

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Taxa de alimentação mínima — cultivo em balsa
«a ratio in the range of 60 to 100 grams of fish feed per square meter of plant growing area per day». Use o piso da faixa para planta pequena (alface manteiga).
60 g de ração/m²·dia Literatura exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University)
https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Taxa de alimentação máxima — cultivo em balsa
Teto da faixa. Use para planta grande (couve chinesa, alface romana). Acima disso os sais nutrientes acumulam e podem chegar a nível fitotóxico.
100 g de ração/m²·dia Literatura exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University)
https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Capacidade de tratamento da balsa
«The waste treatment capacity of raft hydroponics is equivalent to a feeding ratio of 180 grams of fish feed per square meter of plant growing area/day». É o LIMITE de nitrificação da balsa, não a taxa de projeto — e é quase o dobro dela.
180 g de ração/m²·dia Literatura exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University)
https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Conversão alimentar usual da tilápia
«The usual feed conversion ratio is 1.7». A eficiência é o inverso: 1 ÷ 1,7 = 0,59 kg de peixe por kg de ração.
1,7 kg de ração/kg de peixe Literatura exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University)
https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Densidade final do tanque de peixes
«Assume that the final density is 0.5 pound/gallon for an aerated system». Equivale a cerca de 60 g de peixe por litro.
0,5 lb/gal (US) Literatura exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University)
https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.
Razão entre área de cultivo e área do tanque de peixes
«The commercial scale unit at UVI has a ratio of 7.3:1» — 2.304 ft² de cultivo para 314 ft² de tanque. Serve de conferência do dimensionamento.
7,3 m²/m² Literatura exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University)
https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf
21/09/2026 Muda raramente
Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição.

Conversões de unidade (NIST SP 811)

ConstanteValorUnidadeNaturezaFonteConsultadoMuda?
Libra (avoirdupois) em quilogramas
Exato por definição. Necessária porque a literatura de aquacultura americana dimensiona em lb/gal.
0,45359237 kg/lb Física exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units
https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Pé em metros
Exato por definição. 1 m² = 10,7639 ft², que é o fator que o SRAC 454 arredonda para 10,76.
0,3048 m/ft Física exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units
https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Aceleração padrão da gravidade
Exato por definição. É o que transforma a coluna d'água em pressão sobre o vidro.
9,80665 m/s² Física exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units
https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.
Cavalo-vapor em quilowatts
Bomba de lago no Brasil vem em cv; a conta de luz é em kWh.
0,7354988 kW/cv Física exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units
https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8
21/09/2026 Não muda
Física, definição de unidade ou massa molar.

O número derivado: 17,848

O fator que converte °dKH em mg/L de carbonato de cálcio é o número mais repetido do aquarismo, e quase nunca vem com a conta. Aqui ele não é copiado: é calculado, na hora do build, a partir de duas coisas que têm fonte.

A definição do grau alemão diz que 1 °d = 10 mg/L de CaO. As massas molares saem das massas atômicas da IUPAC: CaCO3 = 100,086 g/mol e CaO = 56,077 g/mol. Então:

10 × 100,086 ÷ 56,077 = 17,847959056 mg/L de CaCO3 por °dKH.

Conferência independente contra a própria fonte: a MEBAK também publica que 1 °d vale 0,179 mmol/L e 0,3566 mval/L. 10 ÷ 56,077 = 0,17834 mmol/L, que é o arredondamento deles; e 0,3566 é o dobro disso, porque o carbonato de cálcio é divalente. Os três caminhos fecham. Se a IUPAC revisar a massa do cálcio, este número muda sozinho — e a data de consulta desta página muda junto.

Onde a fonte primária não abriu

A equação que diz qual fração da amônia está na forma tóxica (NH3 livre) é de Emerson, Russo, Lund e Thurston (1975), publicada no Journal of the Fisheries Research Board of Canada. O DOI do artigo responde 403 neste ambiente: a editora bloqueia acesso automatizado. A regra da casa é não citar o que não se conseguiu abrir — então a equação foi lida em três documentos oficiais que a transcrevem, e os três estão na tabela acima:

DocumentoComo grafa a equaçãoO que isso muda
exteriorUS EPA, critérios de amônia para água doce (2013) pKa = 0,09018 + 2729,92/(273,2 + T°C) É a referência federal americana. Adotamos os coeficientes dela.
exteriorFlorida DEP, SOP de amônia não ionizada pKa = 0,0901821 + 2729,92/Tk, com Tk = °C + 273,2 Mesma equação com mais casas no primeiro coeficiente. A diferença no pKa é de dois milionésimos.
exteriorCCME, diretrizes canadenses de qualidade de água pKa = 0,0901821 + 2729,92/T(K), com zero absoluto = −273,15 °C Divergência real. O canadense usa 273,15 onde os americanos usam 273,2. São 0,05 K, que viram 0,0015 no pKa e cerca de 0,35% na fração de NH3.

E há um quarto documento que diverge dos três: uma nota técnica da própria Florida DEP sobre discrepâncias grafa 2729,2 em vez de 2729,92. Como o SOP do mesmo órgão, a EPA e o CCME trazem 2729,92, tratamos o 2729,2 como erro de digitação. Fica registrado aqui porque é assim que um número errado se propaga: alguém copia da nota, não do SOP.

Clima por capital — e de que país vem cada número

Um aquário a 26 °C em Curitiba, onde a média do ar é 17,8 °C, perde muito mais calor que o mesmo aquário em Belém, onde a média é 26,8 °C. É o outro lado do ΔT, e é o que separa dimensionar aquecedor por física de dimensionar por regra de bolso. O site pergunta a sua capital e resolve. Cada variável tem origem própria, e o selo diz qual é: Brasil ou exterior.

VariávelUnidadeNaturezaOrigemFonteConsultado
Temperatura média anual do ar °C Órgão público misto INMET, Normais Climatológicas 1991–2020 (temperatura média compensada) — e NASA POWER onde o INMET não tem estação
18 capitais com normal do INMET; 9 sem estação de série completa, preenchidas com NASA POWER.
21/09/2026
Umidade relativa média anual a 2 m % Órgão público exterior NASA POWER — climatologia (domínio público)
Não há normal do INMET com cobertura das 27 capitais para umidade.
21/09/2026
Velocidade média anual do vento a 2 m m/s Órgão público exterior NASA POWER — climatologia (domínio público)
Registrado para transparência. O modelo de evaporação do lago ainda não foi escolhido — a decisão é do lote 6 e fica documentada lá.
21/09/2026

A temperatura é o caso misto: as Normais Climatológicas 1991–2020 do INMET só têm estação com série anual completa em 18 das 27 capitais. Nas outras 9 o valor vem do NASA POWER. A tabela abaixo diz, capital por capital, qual é qual — e nomeia a estação, para quem quiser reabrir a normal e conferir.

CapitalTemp. média do ar (°C)Fonte da temperaturaUmidade (%)Vento (m/s)
Aracaju (SE) 26,4 Brasil INMET — ARACAJU 76,6 4,83
Belo Horizonte (MG) 22,1 Brasil INMET — BELO HORIZONTE 73,9 2,26
Belém (PA) 26,8 Brasil INMET — BELEM 84 0,75
Boa Vista (RR) 28,1 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 72 2,18
Brasília (DF) 21,4 Brasil INMET — BRASILIA 68,5 2,05
Campo Grande (MS) 23,3 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 71 2,06
Cuiabá (MT) 26,6 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 67,4 1,81
Curitiba (PR) 17,8 Brasil INMET — CURITIBA 82,8 0,94
Florianópolis (SC) 21,1 Brasil INMET — FLORIANOPOLIS 81,1 3,41
Fortaleza (CE) 27 Brasil INMET — FORTALEZA 77,6 5,2
Goiânia (GO) 24,5 Brasil INMET — GOIANIA 69,3 1,96
João Pessoa (PB) 27 Brasil INMET — JOAO PESSOA 76,1 3,96
Macapá (AP) 27,4 Brasil INMET — MACAPA 84,4 0,46
Maceió (AL) 26,1 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 76,5 4,2
Manaus (AM) 27,4 Brasil INMET — MANAUS 83,5 0,66
Natal (RN) 26,5 Brasil INMET — NATAL 77,7 5,67
Palmas (TO) 27 Brasil INMET — PALMAS 68,9 1,71
Porto Alegre (RS) 19,9 Brasil INMET — PORTO ALEGRE 81,8 2,3
Porto Velho (RO) 26,6 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 82,9 0,15
Recife (PE) 26 Brasil INMET — RECIFE (CURADO) 77 3,77
Rio Branco (AC) 25,7 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 83,4 0,08
Rio de Janeiro (RJ) 23,3 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 80,6 2,72
Salvador (BA) 25,6 Brasil INMET — SALVADOR (ONDINA) 77 2,21
São Luís (MA) 27,2 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 81,6 1,44
São Paulo (SP) 20,4 Brasil INMET — SAO PAULO(MIR.de SANTANA) 80,2 2,29
Teresina (PI) 28,2 exterior NASA POWER (sem estação do INMET) 65,1 1,22
Vitória (ES) 24,9 Brasil INMET — VITORIA 81,6 2,92

O que saiu de propósito: o seletor de região do site irmão de piscina carregava também a irradiação solar, do Atlas Brasileiro de Energia Solar (INPE/LABREN). Aqui ela foi removida por dois motivos somados: nenhuma das 40 calculadoras deste site usa sol, e o host do INPE está fora do ar desde 12/09/2026 — conexão recusada, não página movida. Manter uma constante inútil apontando para um endereço que não responde é o oposto do que esta página existe para provar.

Valores de exemplo (troque pelos seus)

Toda calculadora de custo abre com dinheiro na tela, porque campo vazio não ajuda ninguém. Mas o número que aparece é exemplo, e o resultado diz isso até você editar. Aqui está de onde vem cada um:

O quêFonteAbrangênciaDataRessalva
Tarifa residencial de energia elétrica (B1 convencional)
R$/kWh
BrasilANEEL — Tarifas homologadas das distribuidoras (dados abertos) Brasil — mediana de 102 distribuidoras
vigências cobrindo 21/09/2026
21/09/2026 Tarifa HOMOLOGADA, sem impostos. A conta real traz ICMS, PIS/COFINS e bandeira por cima, e sai maior. O intervalo entre distribuidoras vai de 0,5342 a 1,5692 R$/kWh — quase três vezes. Por isso o campo é editável e a página pede o valor da sua fatura.

Pendência declarada: a tarifa é uma mediana nacional, não a da distribuidora da sua cidade. O arquivo de tarifas homologadas da ANEEL identifica a distribuidora por sigla e não traz a UF; cruzar sigla com estado exige um segundo cadastro que ainda não foi lido. Enquanto isso não for feito, o site não finge saber a tarifa da sua cidade: mostra a mediana, diz que é mediana, e pede o número da sua fatura.

As convenções que este site usa, e por que elas estão marcadas

Estas são as 3 regras de bolso publicadas aqui. Todas aparecem nas calculadoras com o aviso colado no valor:

Onde não há constante nenhuma

As calculadoras de volume e geometria não usam nenhum coeficiente de mercado. Volume de caixa, de cilindro, de hexágono e de cantoneira, e a correção da espessura do vidro, são resultados de geometria, testados contra valores calculados à mão. Só o litro e o galão entram como constante, porque são definições legais de unidade — e estão nas tabelas acima.

E há uma calculadora que este site decidiu não fazer: quantos peixes cabem no aquário. A regra de "1 cm de peixe por litro" e as suas variantes são folclore sem base de medição, e não existe fonte que passe pelo crivo desta página. Devolver um número inventado para uma pergunta em que a vida de um animal depende da resposta seria o pior uso possível de uma calculadora.

O que ainda não tem fonte (e por isso está marcado)

A lista de URLs conferidas

Cada endereço abaixo foi aberto com curl, o status foi anotado e alguém leu o trecho que sustenta o número. A anotação é a parte que importa: status 200 prova que o endereço existe, não que o número está nele.

EndereçoStatusConferido emO que foi lido lá
https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 200 21/09/2026 DOI estável do NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement. Herdado do Calcula Piscina, onde o PDF foi baixado e as linhas conferidas no texto: "1 000 cubic decimeters = 1 cubic meter" e "1 gallon (gal) = ... 3.785 411 784". Reconferido hoje: 200.
https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm 200 21/09/2026 CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024). Herdado do Calcula Piscina, ampliado aqui com K, Mg e P (sais fertilizantes e remineralização de osmose). Reconferido hoje: 200.
https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 200 21/09/2026 NIST SP 811, Appendix B.8 — fatores de conversão. Herdado do Calcula Piscina. Reconferido hoje: 200.
https://webbook.nist.gov/cgi/fluid.cgi?TLow=20&THigh=30&TInc=5&Digits=5&ID=C7732185&Action=Load&Type=IsoBar&P=0.101325&RefState=DEF&TUnit=C&PUnit=bar&DUnit=kg%2Fm3&HUnit=kJ%2Fkg&WUnit=m%2Fs&VisUnit=Pa*s&STUnit=N%2Fm 200 21/09/2026 NIST Chemistry WebBook, propriedades termofísicas da água (IAPWS-95), isóbara de 0,101325 MPa. Li a tabela gerada: a 25,000 °C → densidade 997,01 kg/m³ e Cp 4,1816 J/(g·K); a 20 °C → 998,17 e 4,1843; a 30 °C → 995,61 e 4,1801. É consulta ao gerador do NIST, não a resumo de terceiro.
https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143 200 21/09/2026 MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] "Definition der Härte von Wasser", que reproduz a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986). Li a página: «Die Maßeinheit 1 Deutscher Grad, 1°d (früher auch 1°dH) entspricht (bezogen auf CaO) 0,3566 mval/l = 0,179 mmol/l» e «10,00 mg/l CaO = 7,15 mg/l Ca2+ = 0,3566 mval/l». A DIN em si é norma paga; a MEBAK é coleção de métodos analíticos que publica a definição aberta.
https://www.epa.gov/sites/default/files/2015-08/documents/aquatic-life-ambient-water-quality-criteria-for-ammonia-freshwater-2013.pdf 200 21/09/2026 US EPA, Aquatic Life Ambient Water Quality Criteria for Ammonia — Freshwater (2013), 255 páginas. Baixei e li o trecho: «pKa = 0.09018 + (2729.92/(273.2 + T)) (Emerson et al. 1975) where T is temperature in °C».
https://floridadep.gov/sites/default/files/5-Unionized-Ammonia-SOP_1.pdf 200 21/09/2026 Florida DEP, SOP de cálculo de amônia não ionizada. Baixei e li: «pKa = 0.0901821 + 2729.92/Tk where Tk is temperature in degrees Kelvin, Tk = oC + 273.2» e «f = 1/(10(pKa-pH)+ 1)», válido de 0 a 50 °C e pH 6,0 a 10,0.
https://ccme.ca/en/res/ammonia-en-canadian-water-quality-guidelines-for-the-protection-of-aquatic-life.pdf 200 21/09/2026 CCME — Canadian Water Quality Guidelines for the Protection of Aquatic Life: Ammonia. Baixei e li a Equation 1 (pKa = 0,0901821 + 2729,92/T) com T em kelvin e a nota explícita «Absolute zero = -273.15 oC». É a TERCEIRA leitura independente do mesmo coeficiente — e a que diverge no zero absoluto.
https://floridadep.gov/sites/default/files/unnh3disc.pdf 200 21/09/2026 Florida DEP, nota técnica sobre a discrepância entre a calculadora do estado e a tabela da EPA. Baixei e li. IMPORTANTE: este documento grafa «pK = 0.09018 + 2729.2/(T°C + 273.2)» — 2729,2, não 2729,92. Como o SOP do MESMO órgão e os documentos da EPA e do CCME trazem 2729,92, tratamos o 2729,2 daqui como erro de digitação e registramos o caso.
https://dadosabertos.aneel.gov.br/dataset/5a583f3e-1646-4f67-bf0f-69db4203e89e/resource/fcf2906c-7c32-4b9b-a637-054e7a5234f4/download/tarifas-homologadas-distribuidoras-energia-eletrica.csv 200 21/09/2026 ANEEL, tarifas homologadas das distribuidoras (dados abertos). Baixei o CSV de 21/09/2026 (89 MB, 328.083 linhas, UTF-8, separador ';') e filtrei: DscSubGrupo=B1, DscModalidadeTarifaria=Convencional, DscClasse=Residencial, DscSubClasse=Residencial, DscBaseTarifaria=Tarifa de Aplicação, DscDetalhe=Não se aplica, vigência cobrindo 21/09/2026. Resultado: 102 distribuidoras; (TUSD+TE)/1000 → mediana 0,7976, média 0,8391, mínima 0,5342 (CODESAM), máxima 1,5692 (CERES).
https://portal.inmet.gov.br/normais 200 21/09/2026 INMET, Normais Climatológicas 1991–2020. Fonte da temperatura média anual de 18 das 27 capitais do seletor de região (herdado do Calcula Piscina, onde a planilha TMEDSECA foi baixada e lida). Reconferido hoje: 200.
https://power.larc.nasa.gov/docs/services/api/temporal/climatology/ 200 21/09/2026 NASA POWER, climatologia (domínio público). Fonte da umidade e do vento das 27 capitais, e da temperatura das 9 capitais sem estação de série completa do INMET. Herdado do Calcula Piscina. Reconferido hoje: 200.
https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 200 21/09/2026 Catálogo da ABNT — entrada da ABNT NBR 7199:2016 (Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações). RESSALVA HONESTA: o catálogo é uma aplicação JavaScript e o título da norma NÃO sai no HTML, então o status 200 prova que o endereço responde, não que ele mostra a NBR 7199. A norma é PAGA. Os valores publicados aqui foram lidos no texto integral da norma, seções 4.4 (propriedades físicas e Tabela 2 de tensão máxima admissível), 4.7.3.2 (fórmula da espessura para vidro apoiado em quatro lados) e 4.7.4 (fator de redução). A norma cita AQUÁRIOS nominalmente, na nota da Tabela 2, entre as aplicações que exigem redundância de projeto.
https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf 200 21/09/2026 Papers in Meteorology and Geophysics (Meteorological Research Institute, Japão), acesso aberto. Baixei o PDF e li: «HARNED and DAVIS expressed the relation between pK1 and water temperature T (absolute) as follows: pK1 = 3405/T + 0,0328 T − 14,84». O mesmo trecho traz a equação concorrente de SHEDLOVSKY e MACINNES (pK1 = 17052/T + 215,21 log T − 0,12675 T − 545,56) e, adiante, a de HARNED, SAMUEL e SCHOLES para o pK2 (2902,39/T + 0,02379 T − 6,498). É a transcrição aberta de três artigos originais que são pagos.
https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf 200 21/09/2026 SRAC Publication No. 454 — «Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics — Integrating Fish and Plant Culture», do Southern Regional Aquaculture Center, distribuída pela Oklahoma State University. É a publicação que consolida o sistema da University of the Virgin Islands (Rakocy). Baixei as 8 páginas e li: taxa de alimentação de 60 a 100 g de ração/m²/dia para cultivo em balsa; capacidade de tratamento da balsa equivalente a 180 g/m²/dia; FCR usual de 1,7 para tilápia; densidade final de 0,5 lb/gal; razão de 7,3:1 entre área de cultivo e área do tanque no sistema comercial da UVI; e o exemplo resolvido completo (9.216 g/dia ÷ 80 = 115,2 m²).
https://www.teos-10.org/pubs/gsw/pdf/TEOS-10_Manual.pdf 200 21/09/2026 IOC/UNESCO — «The international thermodynamic equation of seawater – 2010», IOC Manuals and Guides No. 56 (TEOS-10 Manual), 218 páginas, acesso aberto. Baixei e li o Apêndice E, que traz o algoritmo PSS-78 completo: equação E.1.1 com os seis coeficientes a (que somam exatamente 35), a equação E.2.6 com os seis coeficientes b (que somam exatamente zero) e k = 0,0162, o polinômio r_t com cinco coeficientes c, o fator R_p com os coeficientes d e e, a conversão t68 = 1,00024 × t90 e a faixa de validade 2 < S_P < 42.
https://gruposarlo.com.br/2025/10/20/consumo-de-energia-no-aquario/ 200 21/09/2026 Grupo Sarlo (fabricante brasileiro de equipamento de aquarismo), texto de blog sobre consumo de energia. Li: «para aquecedor, por exemplo, a gente calcula 1W por litro, quando o local é quente, e 2W por litro quando é frio». NÃO é ficha técnica: é a regra de bolso da comunidade repetida por um fabricante — por isso entra como convencao-hobby, e não como fabricante.
https://h2omania.com/pt/text-0-2-10-23-o-aquecimento 200 21/09/2026 H2Omania (site de aquariologia em português), página "O aquecimento". Li: «a regra geral é entre 1 a 1,5 watts por litro de água. Mas também depende da temperatura ambiente da divisão» e «Por norma, a potência teoricamente necessária é de 1 watt por litro de água». SEGUNDA fonte da mesma convenção — e as duas já divergem entre si (1 · 1–1,5 · 2), que é exatamente o que uma convenção sem medição faz.

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