auditoria aberta
De onde vem cada número
São 71 constantes publicadas. Cada uma traz a fonte, o endereço onde ela pode ser conferida, a data em que foi consultada, com que frequência costuma mudar e — o campo que só existe neste site — que tipo de afirmação ela é. Se um número não aparece aqui, ele não existe no motor de cálculo: ou saiu da geometria, ou é um campo que você preenche.
Por que este site tem um campo a mais que os outros
Os irmãos deste site — piscina, obra, carro, trabalhista — trabalham em domínios com autoridade escrita: decreto sanitário, norma da ABNT, portaria, CLT. Aquarismo não é assim. Aqui, metade do que circula como "regra" nunca foi medida: nasceu num fórum, foi repetida numa loja, virou verdade num vídeo. Um botijão de gás tem ficha técnica; "1 watt por litro" não tem.
Por isso toda constante deste site declara a sua natureza, e a natureza aparece na tela, ao lado do valor:
- Física 31 constantes Constante física ou química, definição de unidade ou massa molar.
- Literatura 19 constantes Publicação revisada por pares.
- Órgão público 18 constantes Norma, agência reguladora ou instituto de pesquisa estatal.
- Fabricante 0 constantes Manual ou ficha técnica de equipamento.
- Convenção de hobby 3 constantes Regra de bolso da comunidade de aquarismo. NÃO é medição.
Convenção de hobby é permitida neste site — o aquarista usa, e fingir que ela não existe não ajuda ninguém. O que ela não pode é aparecer com a mesma cara de um número que saiu de um laboratório. Toda página que usa uma convenção exibe, ao lado do valor, o aviso:
regra prática da comunidade de aquarismo, não é medição
Isso não é uma promessa editorial: é um teste. O F6 lê o HTML gerado e
reprova o build se uma calculadora usar uma constante de convenção sem o
aviso na página.
As outras regras
- O que a conta resolve, a conta resolve. Litragem é geometria: comprimento × largura × altura. Não há coeficiente de mercado nisso, e o site não inventa um.
- O que não sai da conta vira constante com fonte — norma, órgão, literatura revisada por pares ou ficha técnica de fabricante. Nunca a tabela de um site concorrente, nunca o resumo de uma busca.
- Fonte de segunda mão não vale. Blog de loja citando um estudo não é o estudo. Se a fonte primária não abrir, o site diz que não abriu — e diz onde a leitura foi feita. É o caso do artigo da amônia, logo abaixo.
- O que muda com o calendário não é constante, é campo. A tarifa de energia vai para o formulário, com o valor da sua conta.
- URL plausível não é URL conferida. Nenhuma constante pode citar um
endereço que não esteja na lista de 18 URLs verificadas — cada uma
com o status HTTP do
curle a anotação do que foi lido lá dentro.
A convenção de unidades
1 ppm = 1 mg/L = 1 g/m³ (água doce, densidade ~1 kg/L) — Definição de ppm em massa/volume; decorre de 1 L de água ≈ 1 kg e de 1 m³ = 1000 L. É o que permite calcular toda dosagem em gramas por metro cúbico, ou em miligramas por litro, sem fator de correção no meio.
Ressalva: Em água marinha a densidade é ~1,023 kg/L, e a diferença entre ppm em massa e mg/L passa de 2%. Onde isso importa (salinidade, two-part), o site usa mg/L explicitamente.
Unidades e volume — do centímetro ao litro
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Centímetros cúbicos por litro 1 L = 1 dm³ = 1000 cm³. É a conversão que transforma as medidas de fita métrica do aquarista em litragem, e é definição de unidade, não medição. | 1.000 | cm³/L | Física | exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Litros por metro cúbico 1 L = 1 dm³, logo 1 m³ = 1000 L. Usada no lago ornamental, onde a medida chega em metros. | 1.000 | L/m³ | Física | exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Mililitros por litro Toda dosagem de medicamento e fertilizante deste site sai em mL; o volume entra em L. | 1.000 | mL/L | Física | exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Litros por galão americano Exato por definição: 1 gal = 231 in³ e 1 in = 2,54 cm. Metade da literatura de aquarismo é americana e fala em galões — a conversão precisa estar publicada. O galão imperial britânico é outro número e NÃO está aqui porque não consta desta fonte. | 3,785411784 | L/gal (US) | Física | exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Gramas por quilograma | 1.000 | g/kg | Física | exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Miligramas por grama Dosagem sai em gramas; concentração é lida em mg/L. Este é o fator entre os dois. | 1.000 | mg/g | Física | exterior NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
Massas atômicas (base de toda a estequiometria)
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Massa atômica do hidrogênio | 1,008 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do carbono | 12,011 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do nitrogênio | 14,007 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do oxigênio | 15,999 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do sódio | 22,99 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do magnésio | 24,305 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do fósforo | 30,974 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do enxofre | 32,06 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do cloro | 35,45 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do potássio | 39,098 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Massa atômica do cálcio | 40,078 | g/mol | Física | exterior CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024) https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
Física da água — convenção e medição, lado a lado
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Calor específico da água — valor convencional Igual à definição da caloria IT. É o valor que a engenharia usa por convenção; o medido a 25 °C está logo abaixo e é 0,12% menor. | 4,1868 | kJ/(kg·K) | Física | exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Calor específico da água a 25 °C Coluna Cp da tabela do NIST WebBook a 25,000 °C e 0,101325 MPa: 4,1816 J/(g·K). A 20 °C é 4,1843 e a 30 °C é 4,1801 — a variação na faixa de um aquário tropical é de 0,1%. | 4,1816 | kJ/(kg·K) | Física | exterior NIST Chemistry WebBook — propriedades termofísicas da água (formulação IAPWS-95), isóbara de 0,101325 MPa https://webbook.nist.gov/cgi/fluid.cgi?TLow=20&THigh=30&TInc=5&Digits=5&ID=C7732185&Action=Load&Type=IsoBar&P=0.101325&RefState=DEF&TUnit=C&PUnit=bar&DUnit=kg%2Fm3&HUnit=kJ%2Fkg&WUnit=m%2Fs&VisUnit=Pa*s&STUnit=N%2Fm | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Densidade da água — valor convencional 1 L de água ≈ 1 kg. É o que faz 1 mg/L valer 1 ppm, e é a convenção usada em toda dosagem do site. | 1.000 | kg/m³ | Física | exterior Convenção herdada da definição original do quilograma (massa de 1 dm³ de água); a relação litro = decímetro cúbico está no NIST Handbook 44, Appendix C https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Densidade da água doce a 25 °C Tabela do NIST WebBook a 25,000 °C e 0,101325 MPa. A 20 °C é 998,17 e a 30 °C é 995,61. Usar 1000 superestima a massa (e a energia de aquecimento) em 0,3%. | 997,01 | kg/m³ | Física | exterior NIST Chemistry WebBook — propriedades termofísicas da água (formulação IAPWS-95), isóbara de 0,101325 MPa https://webbook.nist.gov/cgi/fluid.cgi?TLow=20&THigh=30&TInc=5&Digits=5&ID=C7732185&Action=Load&Type=IsoBar&P=0.101325&RefState=DEF&TUnit=C&PUnit=bar&DUnit=kg%2Fm3&HUnit=kJ%2Fkg&WUnit=m%2Fs&VisUnit=Pa*s&STUnit=N%2Fm | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Quilowatt-hora em megajoules "kilowatt hour = 3,6 E+06 J", marcado como exato no NIST SP 811. | 3,6 | MJ/kWh | Física | exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Caloria (tabela internacional) em joules Exato por definição. É a caloria da engenharia térmica. | 4,1868 | J/cal | Física | exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
Dureza: °dKH, °dGH e mg/L de CaCO3
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Miligramas de CaO por grau alemão de dureza «10,00 mg/l CaO = 7,15 mg/l Ca2+ = 0,3566 mval/l». É a definição da unidade — tudo o mais sobre dureza sai daqui por aritmética. | 10 | mg/L CaO por °d | Física | exterior MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] — Definition der Härte von Wasser, reproduzindo a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986) https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Fator de conversão °dKH → mg/L de CaCO3 DERIVADO, não copiado: 10 mg/L CaO (definição do grau alemão, MEBAK/DIN 38409-6) convertido pela razão das massas molares CaCO3/CaO das massas atômicas da CIAAW. Dá 17,848 — o mesmo número que circula nos fóruns, agora com a conta à vista. Em aquarismo o KH é medido como alcalinidade e expresso no mesmo grau da dureza total; por isso o fator é o mesmo. | 17,847959056 | mg/L CaCO3 por °dKH | Física | exterior MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] — Definition der Härte von Wasser, reproduzindo a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986) https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Fator de conversão °dGH → mg/L de CaCO3 Mesmo grau, mesma conta. A diferença entre GH e KH não está na unidade: GH mede cálcio + magnésio (DIN 38409-6: «wird als Härte eines Wassers sein Gehalt an Calcium- und Magnesium-Ionen verstanden»), KH mede a capacidade de tamponamento. Duas grandezas diferentes na mesma régua. | 17,847959056 | mg/L CaCO3 por °dGH | Física | exterior MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] — Definition der Härte von Wasser, reproduzindo a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986) https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Miliequivalentes por grau alemão de dureza Publicado literalmente na MEBAK: «0,3566 mval/l». É a unidade em que o aquarista marinho lê alcalinidade (dKH ↔ meq/L), e o valor vem da fonte, não de conta nossa — serve de conferência cruzada do FATOR_DKH_CACO3. | 0,3566 | meq/L por °d | Física | exterior MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] — Definition der Härte von Wasser, reproduzindo a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986) https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
Amônia tóxica — equilíbrio NH3 / NH4+
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Coeficiente A do pKa da amônia (termo constante) pKa = A + B/T(K). A EPA publica 0,09018 e o Florida DEP publica 0,0901821 — a diferença é de 2 milionésimos no pKa, invisível em qualquer teste de aquário. | 0,09018 | adimensional | Literatura | exterior Emerson, Russo, Lund & Thurston (1975), J. Fish. Res. Board Can. 32: 2379–2383 — equação lida no US EPA, Aquatic Life Ambient Water Quality Criteria for Ammonia, Freshwater (2013) https://www.epa.gov/sites/default/files/2015-08/documents/aquatic-life-ambient-water-quality-criteria-for-ammonia-freshwater-2013.pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente B do pKa da amônia (termo em 1/T) Confirmado em três documentos oficiais independentes (EPA 2013, Florida DEP SOP, CCME). A nota de discrepância do próprio Florida DEP grafa 2729,2; é erro de digitação — o SOP do mesmo órgão traz 2729,92. | 2.729,92 | K | Literatura | exterior Emerson, Russo, Lund & Thurston (1975), J. Fish. Res. Board Can. 32: 2379–2383 — equação lida no US EPA, Aquatic Life Ambient Water Quality Criteria for Ammonia, Freshwater (2013) https://www.epa.gov/sites/default/files/2015-08/documents/aquatic-life-ambient-water-quality-criteria-for-ammonia-freshwater-2013.pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Offset de temperatura da equação do pKa da amônia É o valor que a EPA e o Florida DEP usam dentro DESTA equação (T(K) = °C + 273,2). O CCME usa 273,15 na mesma equação. A diferença muda o pKa em 0,0015 e a fração de NH3 em ~0,35%. Publicamos o 273,2 porque é o que as duas fontes da equação usam, e a página da calculadora mostra os dois resultados. | 273,2 | K | Literatura | exterior Emerson, Russo, Lund & Thurston (1975), J. Fish. Res. Board Can. 32: 2379–2383 — equação lida no US EPA, Aquatic Life Ambient Water Quality Criteria for Ammonia, Freshwater (2013) https://www.epa.gov/sites/default/files/2015-08/documents/aquatic-life-ambient-water-quality-criteria-for-ammonia-freshwater-2013.pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| pH mínimo de validade da equação da amônia «Within the temperature range of 0oC-50oC and a pH range of 6.0 to 10.0». Fora dessa faixa a calculadora avisa em vez de devolver número. | 6 | pH | Órgão público | exterior Florida DEP — SOP de cálculo de amônia não ionizada, seção 4 https://floridadep.gov/sites/default/files/5-Unionized-Ammonia-SOP_1.pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| pH máximo de validade da equação da amônia | 10 | pH | Órgão público | exterior Florida DEP — SOP de cálculo de amônia não ionizada, seção 4 https://floridadep.gov/sites/default/files/5-Unionized-Ammonia-SOP_1.pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Temperatura máxima de validade da equação da amônia A faixa começa em 0 °C; o piso não vira constante porque zero não é número técnico. | 50 | °C | Órgão público | exterior Florida DEP — SOP de cálculo de amônia não ionizada, seção 4 https://floridadep.gov/sites/default/files/5-Unionized-Ammonia-SOP_1.pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
Tarifas de exemplo (troque pela sua)
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Tarifa de energia residencial — mediana nacional Mediana de (TUSD+TE) das 102 distribuidoras com tarifa B1 residencial convencional vigente em 21/09/2026, extraída do CSV do dia. É tarifa HOMOLOGADA, SEM impostos: a conta real traz ICMS, PIS/COFINS e bandeira por cima, e sai maior. A média simples dá 0,8391 e o intervalo vai de 0,5342 (CODESAM) a 1,5692 (CERES) — três vezes de diferença entre a menor e a maior. Por isso o campo é editável e a orientação da página é copiar o valor da própria fatura. | 0,7976 | R$/kWh | Órgão público | Brasil ANEEL — Tarifas homologadas das distribuidoras (dados abertos) https://dadosabertos.aneel.gov.br/dataset/5a583f3e-1646-4f67-bf0f-69db4203e89e/resource/fcf2906c-7c32-4b9b-a637-054e7a5234f4/download/tarifas-homologadas-distribuidoras-energia-eletrica.csv valor de exemplo · Brasil (mediana de 102 distribuidoras) · 21/09/2026 | 21/09/2026 | Muda todo ano Tarifa ou preço: é campo editável na calculadora. |
Convenções da comunidade de aquarismo (não são medição)
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Potência de aquecedor por litro — regra de bolso NÃO É MEDIÇÃO. É a regra de bolso mais repetida do aquarismo, e as próprias fontes já divergem: o Sarlo diz «1W por litro, quando o local é quente, e 2W por litro quando é frio»; a H2Omania diz «entre 1 a 1,5 watts por litro». A potência de que um aquário realmente precisa depende do ΔT entre a água e o ambiente e da área de troca do vidro — não do volume sozinho. A calculadora #21 mostra a regra E a conta por perda de calor, lado a lado. | 1 | W/L | Convenção de hobby regra prática da comunidade de aquarismo, não é medição | Brasil Grupo Sarlo, "Consumo de Energia no Aquário" (texto de blog do fabricante, repetindo a regra da comunidade); confirmada em H2Omania, "O aquecimento" https://gruposarlo.com.br/2025/10/20/consumo-de-energia-no-aquario/ segunda fonte: https://h2omania.com/pt/text-0-2-10-23-o-aquecimento | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Potência de aquecedor por litro em região fria — regra de bolso NÃO É MEDIÇÃO. «2W por litro quando é frio» — sem definir o que é frio, sem temperatura de referência e sem ΔT. Está publicado aqui porque é o que a comunidade usa, e marcado porque é o que é. | 2 | W/L | Convenção de hobby regra prática da comunidade de aquarismo, não é medição | Brasil Grupo Sarlo, "Consumo de Energia no Aquário" (texto de blog do fabricante, repetindo a regra da comunidade) https://gruposarlo.com.br/2025/10/20/consumo-de-energia-no-aquario/ | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Potência de iluminação por litro — plantado de luz moderada NÃO É MEDIÇÃO. Li: «considerei somente para aquário plantado com iluminação moderada (0,5 watts por litro por 8h)». A própria fonte diz na sequência que «o que interessa no plantado é a medida em lúmens» — watt é potência elétrica, não luz. A regra sobreviveu da era das lâmpadas fluorescentes, quando a eficiência era parecida entre modelos; com LED ela perdeu o sentido físico. Está aqui porque é o que se usa para estimar consumo, e só para isso. | 0,5 | W/L | Convenção de hobby regra prática da comunidade de aquarismo, não é medição | Brasil Grupo Sarlo, "Consumo de Energia no Aquário" (texto de blog do fabricante, repetindo a regra da comunidade) https://gruposarlo.com.br/2025/10/20/consumo-de-energia-no-aquario/ | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
Vidro — ABNT NBR 7199:2016, a norma que cita aquário nominalmente
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Massa do vidro por m² e por mm de espessura Seção 4.4 d). Equivale a massa específica de 2500 kg/m³. É o que permite pesar o aquário vazio sem balança. | 2,5 | kg/(m²·mm) | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Módulo de elasticidade do vidro Seção 4.4 a): E = 7 × 10¹⁰ Pa. Entra no cálculo da flecha (o quanto a parede frontal barriga). | 70 | GPa | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Coeficiente de Poisson do vidro Seção 4.4 c). | 0,2 | adimensional | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Tensão de ruptura à flexão — vidro float Seção 4.4 b): (40 ± 5) MPa. É a RUPTURA, não o que se pode usar em projeto — para projeto vale a Tabela 2, logo abaixo, que é muito menor. | 40 | MPa | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Tensão de ruptura à flexão — vidro temperado Seção 4.4 b): (180 ± 20) MPa. Têmpera multiplica a resistência por 4,5 — e é por isso que aquário grande se faz em temperado. | 180 | MPa | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Tensão máxima admissível — float, 4 bordas, carga acima de um ano Tabela 2, coluna «Acima de um ano». É ESTA a coluna de um aquário: a água não sai no fim do dia. Fórmula de fórum que usa o número de rajada de vento (23,3 MPa) subdimensiona o vidro. | 7,2 | MPa | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Tensão máxima admissível — float, 4 bordas, carga de 3 s Tabela 2, coluna «3 s» (rajada de vento). Publicada aqui SÓ para mostrar a divergência: é 3,2 vezes a admissível permanente, e usar uma no lugar da outra muda a espessura em quase metade. | 23,3 | MPa | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Tensão máxima admissível — temperado, 4 bordas, carga acima de um ano Tabela 2, coluna «Acima de um ano». | 66,1 | MPa | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Tensão máxima admissível — temperado, 4 bordas, carga de 3 s | 93,1 | MPa | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Fator de equivalência ε₃ — vidro float Tabela 5. É o divisor da espessura nominal na verificação de resistência. | 1 | adimensional | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Fator de equivalência ε₃ — vidro temperado Tabela 5. Menor que 1 porque o temperado resiste mais: 8 mm de temperado valem 10,4 mm de float na conta da norma. | 0,77 | adimensional | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Divisor da fórmula de espessura — vidro apoiado em 4 lados Seção 4.7.3.2 a), para L/l ≤ 2,5: e₁ = √(S × P / 100), com S em m², P em Pa e e₁ em mm. Conferido contra o exemplo resolvido do Anexo D.1 da própria norma: S = 0,72 m² e P = 1500 Pa dão e₁ = 3,29 mm — que é exatamente o valor impresso lá. | 100 | adimensional | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Divisor da fórmula de espessura — vidro apoiado em 4 lados, L/l > 2,5 Seção 4.7.3.2 b): e₁ = l × √P / 6,3, com l em metros. Vale para painéis mais alongados que 2,5:1 — o caso dos aquários rasos e compridos. | 6,3 | adimensional | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Coeficiente de majoração da pressão de cálculo O Anexo D.1 da norma calcula P = Pv × 1,5 sobre a pressão característica antes de entrar na fórmula da espessura. Num aquário a pressão não é estimada como a do vento — ela é conhecida e constante —, mas o coeficiente é mantido como FATOR DE SEGURANÇA editável e visível, e não embutido. | 1,5 | adimensional | Órgão público | Brasil ABNT NBR 7199:2016 — Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
Ácido carbônico — o CO₂ do plantado, e as duas equações que discordam
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Coeficiente A do pK₁ do ácido carbônico (Harned & Davis) pK₁ = A/T + B·T − C, com T em kelvin. A 25 °C dá pK₁ = 6,360. | 3.405 | K | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente B do pK₁ do ácido carbônico (Harned & Davis) | 0,0328 | 1/K | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente C do pK₁ do ácido carbônico (Harned & Davis) | 14,84 | adimensional | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente A do pK₁ (Shedlovsky & MacInnes) pK₁ = A/T + B·log₁₀T − C·T − D. É a equação CONCORRENTE, publicada no mesmo trecho da fonte. A 25 °C dá 6,370, contra 6,360 da de Harned & Davis — e a diferença aparece no CO2 calculado. | 17.052 | K | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente B do pK₁ (Shedlovsky & MacInnes) | 215,21 | adimensional | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente C do pK₁ (Shedlovsky & MacInnes) | 0,12675 | 1/K | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente D do pK₁ (Shedlovsky & MacInnes) | 545,56 | adimensional | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente A do pK₂ do ácido carbônico (Harned, Samuel & Scholes) pK₂ = A/T + B·T − C. A 25 °C dá 10,330. Entra na fração de carbonato, que num aquário doce é desprezível abaixo de pH 9 — e deixa de ser num lago de cal. | 2.902,39 | K | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente B do pK₂ do ácido carbônico | 0,02379 | 1/K | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Coeficiente C do pK₂ do ácido carbônico | 6,498 | adimensional | Literatura | exterior Harned & Davis (1943), J. Amer. Chem. Soc. 65:2030 — equação lida na transcrição aberta de Papers in Meteorology and Geophysics 6(1), Meteorological Research Institute (Japão) https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
Aquaponia — SRAC 454 / sistema da University of the Virgin Islands
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Taxa de alimentação mínima — cultivo em balsa «a ratio in the range of 60 to 100 grams of fish feed per square meter of plant growing area per day». Use o piso da faixa para planta pequena (alface manteiga). | 60 | g de ração/m²·dia | Literatura | exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University) https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Taxa de alimentação máxima — cultivo em balsa Teto da faixa. Use para planta grande (couve chinesa, alface romana). Acima disso os sais nutrientes acumulam e podem chegar a nível fitotóxico. | 100 | g de ração/m²·dia | Literatura | exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University) https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Capacidade de tratamento da balsa «The waste treatment capacity of raft hydroponics is equivalent to a feeding ratio of 180 grams of fish feed per square meter of plant growing area/day». É o LIMITE de nitrificação da balsa, não a taxa de projeto — e é quase o dobro dela. | 180 | g de ração/m²·dia | Literatura | exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University) https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Conversão alimentar usual da tilápia «The usual feed conversion ratio is 1.7». A eficiência é o inverso: 1 ÷ 1,7 = 0,59 kg de peixe por kg de ração. | 1,7 | kg de ração/kg de peixe | Literatura | exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University) https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Densidade final do tanque de peixes «Assume that the final density is 0.5 pound/gallon for an aerated system». Equivale a cerca de 60 g de peixe por litro. | 0,5 | lb/gal (US) | Literatura | exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University) https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
| Razão entre área de cultivo e área do tanque de peixes «The commercial scale unit at UVI has a ratio of 7.3:1» — 2.304 ft² de cultivo para 314 ft² de tanque. Serve de conferência do dimensionamento. | 7,3 | m²/m² | Literatura | exterior SRAC Publication No. 454 — Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics (Southern Regional Aquaculture Center / Oklahoma State University) https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf | 21/09/2026 | Muda raramente Norma, catálogo ou ficha técnica — muda de edição em edição. |
Conversões de unidade (NIST SP 811)
| Constante | Valor | Unidade | Natureza | Fonte | Consultado | Muda? |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Libra (avoirdupois) em quilogramas Exato por definição. Necessária porque a literatura de aquacultura americana dimensiona em lb/gal. | 0,45359237 | kg/lb | Física | exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Pé em metros Exato por definição. 1 m² = 10,7639 ft², que é o fator que o SRAC 454 arredonda para 10,76. | 0,3048 | m/ft | Física | exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Aceleração padrão da gravidade Exato por definição. É o que transforma a coluna d'água em pressão sobre o vidro. | 9,80665 | m/s² | Física | exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
| Cavalo-vapor em quilowatts Bomba de lago no Brasil vem em cv; a conta de luz é em kWh. | 0,7354988 | kW/cv | Física | exterior NIST Special Publication 811 (2008), Appendix B.8 — Factors for Units https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 | 21/09/2026 | Não muda Física, definição de unidade ou massa molar. |
O número derivado: 17,848
O fator que converte °dKH em mg/L de carbonato de cálcio é o número mais repetido do aquarismo, e quase nunca vem com a conta. Aqui ele não é copiado: é calculado, na hora do build, a partir de duas coisas que têm fonte.
A definição do grau alemão diz que 1 °d = 10 mg/L de CaO. As massas molares saem das massas atômicas da IUPAC: CaCO3 = 100,086 g/mol e CaO = 56,077 g/mol. Então:
10 × 100,086 ÷ 56,077 = 17,847959056 mg/L de CaCO3 por °dKH.
Conferência independente contra a própria fonte: a MEBAK também publica que 1 °d vale 0,179 mmol/L e 0,3566 mval/L. 10 ÷ 56,077 = 0,17834 mmol/L, que é o arredondamento deles; e 0,3566 é o dobro disso, porque o carbonato de cálcio é divalente. Os três caminhos fecham. Se a IUPAC revisar a massa do cálcio, este número muda sozinho — e a data de consulta desta página muda junto.
Onde a fonte primária não abriu
A equação que diz qual fração da amônia está na forma tóxica (NH3 livre) é de Emerson, Russo, Lund e Thurston (1975), publicada no Journal of the Fisheries Research Board of Canada. O DOI do artigo responde 403 neste ambiente: a editora bloqueia acesso automatizado. A regra da casa é não citar o que não se conseguiu abrir — então a equação foi lida em três documentos oficiais que a transcrevem, e os três estão na tabela acima:
| Documento | Como grafa a equação | O que isso muda |
|---|---|---|
| exteriorUS EPA, critérios de amônia para água doce (2013) | pKa = 0,09018 + 2729,92/(273,2 + T°C) | É a referência federal americana. Adotamos os coeficientes dela. |
| exteriorFlorida DEP, SOP de amônia não ionizada | pKa = 0,0901821 + 2729,92/Tk, com Tk = °C + 273,2 | Mesma equação com mais casas no primeiro coeficiente. A diferença no pKa é de dois milionésimos. |
| exteriorCCME, diretrizes canadenses de qualidade de água | pKa = 0,0901821 + 2729,92/T(K), com zero absoluto = −273,15 °C | Divergência real. O canadense usa 273,15 onde os americanos usam 273,2. São 0,05 K, que viram 0,0015 no pKa e cerca de 0,35% na fração de NH3. |
E há um quarto documento que diverge dos três: uma nota técnica da própria Florida DEP sobre discrepâncias grafa 2729,2 em vez de 2729,92. Como o SOP do mesmo órgão, a EPA e o CCME trazem 2729,92, tratamos o 2729,2 como erro de digitação. Fica registrado aqui porque é assim que um número errado se propaga: alguém copia da nota, não do SOP.
Clima por capital — e de que país vem cada número
Um aquário a 26 °C em Curitiba, onde a média do ar é 17,8 °C, perde muito mais calor que o mesmo aquário em Belém, onde a média é 26,8 °C. É o outro lado do ΔT, e é o que separa dimensionar aquecedor por física de dimensionar por regra de bolso. O site pergunta a sua capital e resolve. Cada variável tem origem própria, e o selo diz qual é: Brasil ou exterior.
| Variável | Unidade | Natureza | Origem | Fonte | Consultado |
|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média anual do ar | °C | Órgão público | misto | INMET, Normais Climatológicas 1991–2020 (temperatura média compensada) — e NASA POWER onde o INMET não tem estação 18 capitais com normal do INMET; 9 sem estação de série completa, preenchidas com NASA POWER. | 21/09/2026 |
| Umidade relativa média anual a 2 m | % | Órgão público | exterior | NASA POWER — climatologia (domínio público) Não há normal do INMET com cobertura das 27 capitais para umidade. | 21/09/2026 |
| Velocidade média anual do vento a 2 m | m/s | Órgão público | exterior | NASA POWER — climatologia (domínio público) Registrado para transparência. O modelo de evaporação do lago ainda não foi escolhido — a decisão é do lote 6 e fica documentada lá. | 21/09/2026 |
A temperatura é o caso misto: as Normais Climatológicas 1991–2020 do INMET só têm estação com série anual completa em 18 das 27 capitais. Nas outras 9 o valor vem do NASA POWER. A tabela abaixo diz, capital por capital, qual é qual — e nomeia a estação, para quem quiser reabrir a normal e conferir.
| Capital | Temp. média do ar (°C) | Fonte da temperatura | Umidade (%) | Vento (m/s) |
|---|---|---|---|---|
| Aracaju (SE) | 26,4 | Brasil INMET — ARACAJU | 76,6 | 4,83 |
| Belo Horizonte (MG) | 22,1 | Brasil INMET — BELO HORIZONTE | 73,9 | 2,26 |
| Belém (PA) | 26,8 | Brasil INMET — BELEM | 84 | 0,75 |
| Boa Vista (RR) | 28,1 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 72 | 2,18 |
| Brasília (DF) | 21,4 | Brasil INMET — BRASILIA | 68,5 | 2,05 |
| Campo Grande (MS) | 23,3 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 71 | 2,06 |
| Cuiabá (MT) | 26,6 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 67,4 | 1,81 |
| Curitiba (PR) | 17,8 | Brasil INMET — CURITIBA | 82,8 | 0,94 |
| Florianópolis (SC) | 21,1 | Brasil INMET — FLORIANOPOLIS | 81,1 | 3,41 |
| Fortaleza (CE) | 27 | Brasil INMET — FORTALEZA | 77,6 | 5,2 |
| Goiânia (GO) | 24,5 | Brasil INMET — GOIANIA | 69,3 | 1,96 |
| João Pessoa (PB) | 27 | Brasil INMET — JOAO PESSOA | 76,1 | 3,96 |
| Macapá (AP) | 27,4 | Brasil INMET — MACAPA | 84,4 | 0,46 |
| Maceió (AL) | 26,1 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 76,5 | 4,2 |
| Manaus (AM) | 27,4 | Brasil INMET — MANAUS | 83,5 | 0,66 |
| Natal (RN) | 26,5 | Brasil INMET — NATAL | 77,7 | 5,67 |
| Palmas (TO) | 27 | Brasil INMET — PALMAS | 68,9 | 1,71 |
| Porto Alegre (RS) | 19,9 | Brasil INMET — PORTO ALEGRE | 81,8 | 2,3 |
| Porto Velho (RO) | 26,6 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 82,9 | 0,15 |
| Recife (PE) | 26 | Brasil INMET — RECIFE (CURADO) | 77 | 3,77 |
| Rio Branco (AC) | 25,7 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 83,4 | 0,08 |
| Rio de Janeiro (RJ) | 23,3 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 80,6 | 2,72 |
| Salvador (BA) | 25,6 | Brasil INMET — SALVADOR (ONDINA) | 77 | 2,21 |
| São Luís (MA) | 27,2 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 81,6 | 1,44 |
| São Paulo (SP) | 20,4 | Brasil INMET — SAO PAULO(MIR.de SANTANA) | 80,2 | 2,29 |
| Teresina (PI) | 28,2 | exterior NASA POWER (sem estação do INMET) | 65,1 | 1,22 |
| Vitória (ES) | 24,9 | Brasil INMET — VITORIA | 81,6 | 2,92 |
O que saiu de propósito: o seletor de região do site irmão de piscina carregava também a irradiação solar, do Atlas Brasileiro de Energia Solar (INPE/LABREN). Aqui ela foi removida por dois motivos somados: nenhuma das 40 calculadoras deste site usa sol, e o host do INPE está fora do ar desde 12/09/2026 — conexão recusada, não página movida. Manter uma constante inútil apontando para um endereço que não responde é o oposto do que esta página existe para provar.
Valores de exemplo (troque pelos seus)
Toda calculadora de custo abre com dinheiro na tela, porque campo vazio não ajuda ninguém. Mas o número que aparece é exemplo, e o resultado diz isso até você editar. Aqui está de onde vem cada um:
| O quê | Fonte | Abrangência | Data | Ressalva |
|---|---|---|---|---|
| Tarifa residencial de energia elétrica (B1 convencional) R$/kWh | BrasilANEEL — Tarifas homologadas das distribuidoras (dados abertos) | Brasil — mediana de 102 distribuidoras vigências cobrindo 21/09/2026 | 21/09/2026 | Tarifa HOMOLOGADA, sem impostos. A conta real traz ICMS, PIS/COFINS e bandeira por cima, e sai maior. O intervalo entre distribuidoras vai de 0,5342 a 1,5692 R$/kWh — quase três vezes. Por isso o campo é editável e a página pede o valor da sua fatura. |
Pendência declarada: a tarifa é uma mediana nacional, não a da distribuidora da sua cidade. O arquivo de tarifas homologadas da ANEEL identifica a distribuidora por sigla e não traz a UF; cruzar sigla com estado exige um segundo cadastro que ainda não foi lido. Enquanto isso não for feito, o site não finge saber a tarifa da sua cidade: mostra a mediana, diz que é mediana, e pede o número da sua fatura.
As convenções que este site usa, e por que elas estão marcadas
Estas são as 3 regras de bolso publicadas aqui. Todas aparecem nas calculadoras com o aviso colado no valor:
- Potência de aquecedor por litro — regra de bolso — 1 W/L. NÃO É MEDIÇÃO. É a regra de bolso mais repetida do aquarismo, e as próprias fontes já divergem: o Sarlo diz «1W por litro, quando o local é quente, e 2W por litro quando é frio»; a H2Omania diz «entre 1 a 1,5 watts por litro». A potência de que um aquário realmente precisa depende do ΔT entre a água e o ambiente e da área de troca do vidro — não do volume sozinho. A calculadora #21 mostra a regra E a conta por perda de calor, lado a lado.
- Potência de aquecedor por litro em região fria — regra de bolso — 2 W/L. NÃO É MEDIÇÃO. «2W por litro quando é frio» — sem definir o que é frio, sem temperatura de referência e sem ΔT. Está publicado aqui porque é o que a comunidade usa, e marcado porque é o que é.
- Potência de iluminação por litro — plantado de luz moderada — 0,5 W/L. NÃO É MEDIÇÃO. Li: «considerei somente para aquário plantado com iluminação moderada (0,5 watts por litro por 8h)». A própria fonte diz na sequência que «o que interessa no plantado é a medida em lúmens» — watt é potência elétrica, não luz. A regra sobreviveu da era das lâmpadas fluorescentes, quando a eficiência era parecida entre modelos; com LED ela perdeu o sentido físico. Está aqui porque é o que se usa para estimar consumo, e só para isso.
Onde não há constante nenhuma
As calculadoras de volume e geometria não usam nenhum coeficiente de mercado. Volume de caixa, de cilindro, de hexágono e de cantoneira, e a correção da espessura do vidro, são resultados de geometria, testados contra valores calculados à mão. Só o litro e o galão entram como constante, porque são definições legais de unidade — e estão nas tabelas acima.
E há uma calculadora que este site decidiu não fazer: quantos peixes cabem no aquário. A regra de "1 cm de peixe por litro" e as suas variantes são folclore sem base de medição, e não existe fonte que passe pelo crivo desta página. Devolver um número inventado para uma pergunta em que a vida de um animal depende da resposta seria o pior uso possível de uma calculadora.
O que ainda não tem fonte (e por isso está marcado)
- Densidade do substrato (kg/L) — em Calculadora de quantidade de substrato. Valor de partida: 1.6.
- Densidade da solução (g/mL) — em Calculadora de dose de amônia para ciclagem sem peixe. Valor de partida: 0.96.
- Transmitância do conjunto (W/m²·K) — em Calculadora de potência do aquecedor de aquário. Valor de partida: 5.
- Perda por metro de coluna (%) — em Calculadora de bomba de retorno e altura de coluna. Valor de partida: 15.
- Perda por metro (%) — em Calculadora de vazão da bomba de lago. Valor de partida: 10.
- Rendimento em UV-C (%) — em Calculadora de dose de UV por vazão. Valor de partida: 35.
- Taxa de nitrificação (g de amônia por m²·dia) — em Calculadora de mídia do filtro biológico. Valor de partida: 0.5.
- Produtividade da hortaliça (kg/m² por ciclo) — em Calculadora de produção anual de peixe e hortaliça. Valor de partida: 3.
A lista de URLs conferidas
Cada endereço abaixo foi aberto com curl, o status foi anotado e alguém leu o
trecho que sustenta o número. A anotação é a parte que importa: status 200 prova que o
endereço existe, não que o número está nele.
| Endereço | Status | Conferido em | O que foi lido lá |
|---|---|---|---|
| https://doi.org/10.6028/NIST.HB.44-2026 | 200 | 21/09/2026 | DOI estável do NIST Handbook 44 (2026), Appendix C — General Tables of Units of Measurement. Herdado do Calcula Piscina, onde o PDF foi baixado e as linhas conferidas no texto: "1 000 cubic decimeters = 1 cubic meter" e "1 gallon (gal) = ... 3.785 411 784". Reconferido hoje: 200. |
| https://ciaaw.org/abridged-atomic-weights.htm | 200 | 21/09/2026 | CIAAW/IUPAC — Abridged standard atomic weights (tabela 2024). Herdado do Calcula Piscina, ampliado aqui com K, Mg e P (sais fertilizantes e remineralização de osmose). Reconferido hoje: 200. |
| https://www.nist.gov/pml/special-publication-811/nist-guide-si-appendix-b-conversion-factors/nist-guide-si-appendix-b8 | 200 | 21/09/2026 | NIST SP 811, Appendix B.8 — fatores de conversão. Herdado do Calcula Piscina. Reconferido hoje: 200. |
| https://webbook.nist.gov/cgi/fluid.cgi?TLow=20&THigh=30&TInc=5&Digits=5&ID=C7732185&Action=Load&Type=IsoBar&P=0.101325&RefState=DEF&TUnit=C&PUnit=bar&DUnit=kg%2Fm3&HUnit=kJ%2Fkg&WUnit=m%2Fs&VisUnit=Pa*s&STUnit=N%2Fm | 200 | 21/09/2026 | NIST Chemistry WebBook, propriedades termofísicas da água (IAPWS-95), isóbara de 0,101325 MPa. Li a tabela gerada: a 25,000 °C → densidade 997,01 kg/m³ e Cp 4,1816 J/(g·K); a 20 °C → 998,17 e 4,1843; a 30 °C → 995,61 e 4,1801. É consulta ao gerador do NIST, não a resumo de terceiro. |
| https://www.mebak.org/methode/w-000-11-900/definition-der-haerte-von-wasser/2143 | 200 | 21/09/2026 | MEBAK, método W-000.11.900 [2005-08] "Definition der Härte von Wasser", que reproduz a DIN 38409 Teil 6 (Januar 1986). Li a página: «Die Maßeinheit 1 Deutscher Grad, 1°d (früher auch 1°dH) entspricht (bezogen auf CaO) 0,3566 mval/l = 0,179 mmol/l» e «10,00 mg/l CaO = 7,15 mg/l Ca2+ = 0,3566 mval/l». A DIN em si é norma paga; a MEBAK é coleção de métodos analíticos que publica a definição aberta. |
| https://www.epa.gov/sites/default/files/2015-08/documents/aquatic-life-ambient-water-quality-criteria-for-ammonia-freshwater-2013.pdf | 200 | 21/09/2026 | US EPA, Aquatic Life Ambient Water Quality Criteria for Ammonia — Freshwater (2013), 255 páginas. Baixei e li o trecho: «pKa = 0.09018 + (2729.92/(273.2 + T)) (Emerson et al. 1975) where T is temperature in °C». |
| https://floridadep.gov/sites/default/files/5-Unionized-Ammonia-SOP_1.pdf | 200 | 21/09/2026 | Florida DEP, SOP de cálculo de amônia não ionizada. Baixei e li: «pKa = 0.0901821 + 2729.92/Tk where Tk is temperature in degrees Kelvin, Tk = oC + 273.2» e «f = 1/(10(pKa-pH)+ 1)», válido de 0 a 50 °C e pH 6,0 a 10,0. |
| https://ccme.ca/en/res/ammonia-en-canadian-water-quality-guidelines-for-the-protection-of-aquatic-life.pdf | 200 | 21/09/2026 | CCME — Canadian Water Quality Guidelines for the Protection of Aquatic Life: Ammonia. Baixei e li a Equation 1 (pKa = 0,0901821 + 2729,92/T) com T em kelvin e a nota explícita «Absolute zero = -273.15 oC». É a TERCEIRA leitura independente do mesmo coeficiente — e a que diverge no zero absoluto. |
| https://floridadep.gov/sites/default/files/unnh3disc.pdf | 200 | 21/09/2026 | Florida DEP, nota técnica sobre a discrepância entre a calculadora do estado e a tabela da EPA. Baixei e li. IMPORTANTE: este documento grafa «pK = 0.09018 + 2729.2/(T°C + 273.2)» — 2729,2, não 2729,92. Como o SOP do MESMO órgão e os documentos da EPA e do CCME trazem 2729,92, tratamos o 2729,2 daqui como erro de digitação e registramos o caso. |
| https://dadosabertos.aneel.gov.br/dataset/5a583f3e-1646-4f67-bf0f-69db4203e89e/resource/fcf2906c-7c32-4b9b-a637-054e7a5234f4/download/tarifas-homologadas-distribuidoras-energia-eletrica.csv | 200 | 21/09/2026 | ANEEL, tarifas homologadas das distribuidoras (dados abertos). Baixei o CSV de 21/09/2026 (89 MB, 328.083 linhas, UTF-8, separador ';') e filtrei: DscSubGrupo=B1, DscModalidadeTarifaria=Convencional, DscClasse=Residencial, DscSubClasse=Residencial, DscBaseTarifaria=Tarifa de Aplicação, DscDetalhe=Não se aplica, vigência cobrindo 21/09/2026. Resultado: 102 distribuidoras; (TUSD+TE)/1000 → mediana 0,7976, média 0,8391, mínima 0,5342 (CODESAM), máxima 1,5692 (CERES). |
| https://portal.inmet.gov.br/normais | 200 | 21/09/2026 | INMET, Normais Climatológicas 1991–2020. Fonte da temperatura média anual de 18 das 27 capitais do seletor de região (herdado do Calcula Piscina, onde a planilha TMEDSECA foi baixada e lida). Reconferido hoje: 200. |
| https://power.larc.nasa.gov/docs/services/api/temporal/climatology/ | 200 | 21/09/2026 | NASA POWER, climatologia (domínio público). Fonte da umidade e do vento das 27 capitais, e da temperatura das 9 capitais sem estação de série completa do INMET. Herdado do Calcula Piscina. Reconferido hoje: 200. |
| https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=353947 | 200 | 21/09/2026 | Catálogo da ABNT — entrada da ABNT NBR 7199:2016 (Vidros na construção civil: projeto, execução e aplicações). RESSALVA HONESTA: o catálogo é uma aplicação JavaScript e o título da norma NÃO sai no HTML, então o status 200 prova que o endereço responde, não que ele mostra a NBR 7199. A norma é PAGA. Os valores publicados aqui foram lidos no texto integral da norma, seções 4.4 (propriedades físicas e Tabela 2 de tensão máxima admissível), 4.7.3.2 (fórmula da espessura para vidro apoiado em quatro lados) e 4.7.4 (fator de redução). A norma cita AQUÁRIOS nominalmente, na nota da Tabela 2, entre as aplicações que exigem redundância de projeto. |
| https://www.jstage.jst.go.jp/article/mripapers1950/6/1/6_38/_pdf | 200 | 21/09/2026 | Papers in Meteorology and Geophysics (Meteorological Research Institute, Japão), acesso aberto. Baixei o PDF e li: «HARNED and DAVIS expressed the relation between pK1 and water temperature T (absolute) as follows: pK1 = 3405/T + 0,0328 T − 14,84». O mesmo trecho traz a equação concorrente de SHEDLOVSKY e MACINNES (pK1 = 17052/T + 215,21 log T − 0,12675 T − 545,56) e, adiante, a de HARNED, SAMUEL e SCHOLES para o pK2 (2902,39/T + 0,02379 T − 6,498). É a transcrição aberta de três artigos originais que são pagos. |
| https://pods.okstate.edu/fact-sheets/SRAC-454pod.pdf | 200 | 21/09/2026 | SRAC Publication No. 454 — «Recirculating Aquaculture Tank Production Systems: Aquaponics — Integrating Fish and Plant Culture», do Southern Regional Aquaculture Center, distribuída pela Oklahoma State University. É a publicação que consolida o sistema da University of the Virgin Islands (Rakocy). Baixei as 8 páginas e li: taxa de alimentação de 60 a 100 g de ração/m²/dia para cultivo em balsa; capacidade de tratamento da balsa equivalente a 180 g/m²/dia; FCR usual de 1,7 para tilápia; densidade final de 0,5 lb/gal; razão de 7,3:1 entre área de cultivo e área do tanque no sistema comercial da UVI; e o exemplo resolvido completo (9.216 g/dia ÷ 80 = 115,2 m²). |
| https://www.teos-10.org/pubs/gsw/pdf/TEOS-10_Manual.pdf | 200 | 21/09/2026 | IOC/UNESCO — «The international thermodynamic equation of seawater – 2010», IOC Manuals and Guides No. 56 (TEOS-10 Manual), 218 páginas, acesso aberto. Baixei e li o Apêndice E, que traz o algoritmo PSS-78 completo: equação E.1.1 com os seis coeficientes a (que somam exatamente 35), a equação E.2.6 com os seis coeficientes b (que somam exatamente zero) e k = 0,0162, o polinômio r_t com cinco coeficientes c, o fator R_p com os coeficientes d e e, a conversão t68 = 1,00024 × t90 e a faixa de validade 2 < S_P < 42. |
| https://gruposarlo.com.br/2025/10/20/consumo-de-energia-no-aquario/ | 200 | 21/09/2026 | Grupo Sarlo (fabricante brasileiro de equipamento de aquarismo), texto de blog sobre consumo de energia. Li: «para aquecedor, por exemplo, a gente calcula 1W por litro, quando o local é quente, e 2W por litro quando é frio». NÃO é ficha técnica: é a regra de bolso da comunidade repetida por um fabricante — por isso entra como convencao-hobby, e não como fabricante. |
| https://h2omania.com/pt/text-0-2-10-23-o-aquecimento | 200 | 21/09/2026 | H2Omania (site de aquariologia em português), página "O aquecimento". Li: «a regra geral é entre 1 a 1,5 watts por litro de água. Mas também depende da temperatura ambiente da divisão» e «Por norma, a potência teoricamente necessária é de 1 watt por litro de água». SEGUNDA fonte da mesma convenção — e as duas já divergem entre si (1 · 1–1,5 · 2), que é exatamente o que uma convenção sem medição faz. |
Achou um número desatualizado?
Mande a fonte para a gente pela página de contato. Correção com norma, ficha técnica ou publicação anexa entra rápido — e a data de consulta desta página é atualizada junto.